terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Aquela sua cara de feliz me assusta cada vez mais, Aldo

O nobre cidadão agraciou nossa cidade com o AME - Ambulatório Médico de Especialidades. Até aí tudo bem, e trata-se de uma obrigação, visto que tem de ser imposta por lei aos Governos. Será que o faria caso contrário?
O absurdo é o que se observa. Três anos demorou essa obra? Qual o custo total do equipamento público? Diriam que foi X. Qual foi o dotamento orçamentário para essa obra? Não me venha com "chorumelas"... Não vai dizer que no orçamento do equipamento não inclui os profissionais que farão o equipamento funcionar...
Enfim não se gabe antes que entre em funcionamento...
Que feio...

Ainda vou tirar uma foto ddo Outdoor...

Será o Benedito? -- "o Lula" aumentou o IPI dos refris e das BREJA's!!!

Timidamente, há uns dias ouvi a Fátima ou o Bonner manchetear que seria aumentado o IPI desses produtos. E ficou por isso mesmo...! Não haveria espaço para apresentar algum questinamento?
Quais seriam os argumentos reais de tal medida? Digo reais posto que usualmente trata-se de ficção...
Poderia-se argumentar que esses produtos geram o colapso da qualidade de vida das pessoas, que ficam obesas gerando uma grande necessidade de novos investimentos no SUS (hahaha, e agora lembro do "MACACO SIMÃO"). Embora tal argumento apresentar-se-ia contornos incrivelmente surrealísticos, parece que delineia um bom caminho...
Ironizando ainda mais..., um argumento mais plausível ao nosso contexto "político-econômico": tratar-se-ia de uma FARSA!, um contorno no PROCON, em nós, posto que sem argumento algum poderá não se sustentar e fraudar um aumento abusivo. Uma possível ajuda do governo a este setor num momento de crise?

E A VIDA IMITA A ARTE! - "...vivemos num país sendento, num momento de embriaguês..."

Sobre as marolas...

Ora, o Brasil. Por aqui “marolas” foram avistadas por analistas econômicos, mas só ouvidas pelos analistas governamentais um ou dois meses antes das primeiras quedas da bolsa de valores local. Os primeiros espinhos só foram ferir a pele do chefe de governo, idolatrado pelas pesquisas vox populi, um ou dois meses depois dos primeiros sinais sentidos pelo povo e, auferidos pelo próprio Poder Executivo quando da aprovação de seu próximo ano, o de 2009